
Pertencemos ao ocaso encrespado...
A elegia consagra o estafo...
Peripécias estalam barretes inflamáveis...
E as lamúrias estagnadas continuam a chorar,espernegar...
Este solilóquio de de flautas e violões incociliáveis...
Renegam o som da imoralidade...
Metediços de libertinagem...
O ímpeto abrange a nostalgia do panegeríco...
Insípido...
Onde está a nossa servilidade?
E o repúdio assaz reverência...
Nossa liberdade...
Que liberdade?
Democracia ou imoralidade?
Onde está a nossa libertinagem?
By:Ruana Aretha Beckman


